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A paróquia tem futuro? – apresentação do livro do Pe. Francisco Melo

A PARÓQUIA TEM FUTURO?

Para uma Paróquia geradora de quotidiano cristão em Aveiro

– Do II Sínodo Diocesano aos nosso dias –

O P. Francisco Melo apresentará publicamente este livro, resultado da sua tese final do percurso académico na Universidade Laterense de Roma nos anos académicos de 2015 a 2017 no curso de Teologia Pastoral, no próximo dia 22 de fevereiro de 2018 pelas 21h00 no “Quartel das Artes”, em Oliveira do Bairro.

Aproveitará a ocasião para a comemoração dos seus 25 anos de sacerdote, que perfez no passado dia 10 de janeiro.

 


O  Correio do Vouga noticiava o lançamento do livro a  03 janeiro 2018:

Não é provável que as paróquias desapareçam de um momento para o outro. Mas é cada vez mais frequente colocar a pergunta “se as paróquias têm futuro” – o que quererá dizer que há algo que as põe em causa. Na realidade, têm sido vários os estudos sobre a pertinência pastoral das paróquias e o seu futuro. No fundo da questão, o que está em causa é saber se a estrutura paroquial ainda é a melhor forma de a Igreja se tornar presente no meio das pessoas. Uns dirão que a paróquia é uma estrutura antiquada, de feições rurais. Outros dirão que as pessoas, nos seus ritmos, ideias, preocupações e sentimentos, estão cada vez mais longe do sino da igreja paroquial… E não é raro ouvir quem vive em cidades onde há mais uma paróquia dizer que as ligações não se fazem à paróquia territorial, mas a outra que dá mais jeito (mas, ainda assim, a uma paróquia). No livro que o P.e Francisco Melo acaba de lançar, a questão da paróquia põe-se a partir da realidade da Diocese de Aveiro e para as paróquias da Diocese de Aveiro.

Doutoramento em Roma

Resultado de dois anos de estudos em Roma, depois de ter servido a Diocese como coordenador da pastoral de 2008 a 2014, o livro “A paróquia tem futuro?” divide-se em quatro grandes capítulos. No primeiro, faz-se o enquadramento sócio-histórico- -religioso da Diocese de Aveiro. No segundo, apresentam-se os desafios pastorais, do II Sínodo Diocesano aos nossos dias. No terceiro, faz-se uma teologia da paróquia. No quarto e último, apresentam-se princípios e critérios para “uma paróquia orgânica e geradora de quotidiano cristão em Aveiro hoje”. Francisco Melo salienta que “de vida ou de morte não é a existência ou não da Paróquia, mas sim a missão de Cristo hoje em terras de Aveiro e no coração e vida de cada aveirense”. Mas mostra que as paróquias têm futuro. “Pressupondo uma delimitação, seja ela territorial ou outra, [a paróquia] diz da universalidade da missão da Igreja e, ao mesmo, constitui- -se como local acessível a todos sem exceção, e onde todos podem sentir a sua pertença à Igreja”.


 

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