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Monte em festa com as bodas de ouro do seu pároco

Bodas de ouro sacerdotais Pe. José Nunes

O P.e José Nunes comemorou no domingo, 26 de agosto, 50 anos de ordenação presbiteral na paróquia do Monte (Murtosa), de que é pároco desde 2009, com a Eucaristia, que foi presidida pelo Bispo de Aveiro, e um convívio popular no salão paroquial.

Ordenado no dia 10 de abril de 1968, o sacerdote assinalou na Mamarrosa natal, no dia 8 de abril de 2018, principalmente entre família, os 50 anos de sacerdócio ministerial. Ficou então prometida uma celebração no Monte, “lá mais para o verão”, como disse na edição do CV de 18 de abril.

Na homilia, D. António Moiteiro não se referiu aos locais onde o padre aniversariante serviu a Igreja – “ele pediu-me para eu não dizer por onde ele andou. Ele mandou-me e eu obedeço. Estas obediências são fáceis”, disse para sorriso da assembleia –, mas realçou a vocação presbiteral, que não depende das qualidades humanas, mas da resposta que cada chamado vai dando ao longo da vida. “Quais as qualidades que nos distinguem das outras pessoas? Nenhumas. «Ele [Jesus] escolheu os que Ele quis». O P.e José Nunes foi respondendo ao longo da vida. A nossa vida só tem sentido se tivermos uma comunhão profunda com Ele”, disse o Bispo de Aveiro. D. António Moiteiro notou que a paróquia noutros tempos deu muitas vocações à Igreja e mostrou- se convicto de que a Diocese de Aveiro “pode dar mais padres”. “É preciso ajudarmo-nos uns aos outros [na pastoral vocacional]. É preciso chamar. Hoje, é aos jovens que é preciso propor, não às crianças, como noutros tempos”.

No final da celebração, os poderes autárquicos quiseram homenagear o pároco do Monte. Joaquim Baptista, presidente da Câmara Municipal da Murtosa, ofereceu em nome do município uma caixa para hóstias. João Miranda, presidente da Junta de Freguesia do Monte, ofereceu uma placa comemorativa e um vale no valor de 100 euros para o sacerdote destinar aos pobres, com tem sido sua preocupação.

O padre aniversariante não quis agradecer a ninguém em particular “para ninguém esquecer”, mas, com humor, chamou o seu sobrinho por afinidade (casado com a filha de uma irmã do sacerdote), o diácono permanente Artur Bem Haja, e deixou ao povo do Monte um “grande bem-haja”, convidando todos para o convívio que se seguiu à liturgia.

Entre 1985 e 2006, o P.e José Nunes Ferreira dos Santos serviu as comunidades emigrantes, primeiro nos Estados Unidos da América e depois na Suíça. Antes de partir para a emigração, deu aulas no Seminário de Calvão e paroquiou sucessivamente Agadão e Belazaima do Chão (Águeda) e S. Lourenço do Bairro e Óis do Bairro (Anadia).

 

Notícia na edição do seminário Correio do Vouga de 29 de agosto de 2018

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