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Convívio do clero aveirense na zona serrana da Diocese

Convívio do clero aveirense na zona serrana da Diocese

Bispo, padres e diáconos da Diocese de Aveiro visitaram e conviveram nas terras de Sever do Vouga, para “partilhar algumas das alegrias que o Natal nos traz e o Ano Novo nos proporciona”, como relata neste texto o P.e Manuel J. Rocha.

 

Foi no passado dia 3 de janeiro que o clero da nossa Diocese se juntou para conviver e partilhar algumas das alegrias que o Natal nos traz e o Ano Novo nos proporciona.

O local escolhido, este ano, foi a zona serrana da Diocese, local por onde decorre a Visita

Pastoral. Uns aproveitaram o autocarro, gentilmente cedido pela Câmara Municipal de Vagos, e outros serviram-se dos seus próprios transportes que a todos nos levaram à Igreja das Talhadas, ali bem situada na serra do mesmo nome. Igreja do séc. XVIII, dedicada a S. Mamede, que recentemente sofreu obras de reconstrução e acomodação funcional às exigências de uma comunidade paroquial renovada, não apenas nos fiéis, mas também no espaço que a paróquia lhes oferece. Acolhidos pelo pároco, P.e José Carlos, coube a Sr. António, sacristão e entusiasta da sua Igreja e fotógrafo do jornal “Terras do Vouga”,

resumir um pouco da história desta igreja, os processos de reconstrução e as iniciativas feitas

para pagamento das obras. O resultado é de uma igreja bonita, bem restaurada e funcional, onde houve a preocupação de preservar sem deixar de ser moderno.

Dali partimos para Pessegueiro do Vouga, onde fomos acolhidos pelo pároco, P.e António Cabeça, e pelo povo que, connosco, quis celebrar a Eucaristia presidida pelo nosso Bispo. Na homilia, o Sr. Bispo deixou palavras de incentivo ao Clero, sublinhando a necessidade de uma mudança interior para podermos corresponder às exigências da missão. Dentro deste espírito de família, não foram esquecidos os nossos padres e diáconos doentes.

E continuámos o percurso, desta vez serra acima, ziguezagueando ao sabor do Rio Vouga,

rumo a Couto de Esteves, onde nos esperava o almoço servido pelo “Júnior”. Foi num ambiente distendido, com as mesas em redondo, permitindo momentos de convívio e animação que vivemos a última parte deste encontro.

No fim, ficou-nos a pergunta de sempre, amarga às vezes, mas também sem resposta fácil: que

fazer para que todos, diáconos e presbíteros, estejamos presentes? Porque há perguntas que não têm resposta, decidimos aportar a nossas casas e… até para o ano se Deus quiser.

 

In Correio do Vouga, 08 janeiro 2019


 

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