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Perguntas e respostas

Missão Jubilar (13)

O que é a Missão Jubilar?

A Missão Jubilar (MJ) é um conjunto de iniciativas para comemorar os 75 anos da restauração da Diocese de Aveiro. A restauração ocorreu no dia 11 de dezembro de 1938. A MJ decorre de 21 de outubro de 2012 (início solene) a 11 de dezembro de 2013.

(fonte Correio do Vouga)

É importante comemorar a restauração da Diocese?

Sim, porque uma diocese, qualquer diocese, não é uma mera delimitação geográfica. É, sim, uma grande comunidade de pessoas, famílias, paróquias, movimentos, etc., à volta do bispo, que é sucessor dos apóstolos. Não existe igreja católica sem a mediação ministerial (bispos e seus colaboradores no sacerdócio) e sem dioceses. Comemorar a restauração da Diocese de Aveiro é comemorar a Igreja que somos.

(fonte Correio do Vouga)

Antes da restauração, como era o que é hoje a Diocese de Aveiro?

A Diocese de Aveiro existiu nos séculos XVIII e XIX (de 1773 a 1840). Nessa altura, tinha sido desmembrada da Diocese de Coimbra e foi “governada” por três bispos. No século passado, foi crescendo o desejo de Aveiro ser sede de diocese, já que era sede de distrito e, de facto, à volta da Ria, há uma identidade cultural e humana específica que não era devidamente atendida, em termos pastorais, devido à distância geográfica da sede das outras dioceses. A restauração aconteceu finalmente em 1938 com territórios que eram da diocese de Coimbra (Anadia, Águeda, Aveiro, Oliveira do Bairro, Vagos e Ílhavo), do Porto (Murtosa, Estarreja e Albergaria) e de Viseu (Sever do Vouga). Hoje, a Diocese de Aveiro é bem mais pequena do que o Distrito de Aveiro.

(fonte Correio do Vouga=)

 

 

 

Desde a restauração, quantos bispos teve Aveiro?

Cinco: D. João Evangelista de Lima Vidal, de 1938 a 1958; D. Domingos da Apresentação Fernandes, auxiliar desde 1952 e bispo residencial de 1958 a 1962; D. Manuel de Almeida Trindade, de 1962 a 1988; D. António Marcelino, coadjutor desde 1980 e residencial de 1988 a 2006; e D. António Francisco, bispo de Aveiro desde 2006.

(fonte Corrreio do Vouga)

 

 

O que se pretende com a MJ?

Os objetivos têm disso formulados de diversas formas e em diversos momentos, mas centram-se neste, segundo as palavras de D. António Francisco: “Ser Igreja, rosto de esperança, vivendo em permanente abertura solidária ao mundo, crescendo na alegria da fidelidade a Jesus Cristo, organizando-se e renovando-se nas suas estruturas para melhor servir e intervir no meio humano e social em que vive”.
Concretizando, a MJ há de “levar os cristãos a viver o seu ser em Cristo”, assumindo as Bem-Aventuranças, vivendo a alegria da conversão, promovendo as vocações, e há de “empenhar as pessoas na construção de um mundo melhor”, envolvendo as forças vidas e com parcerias com a sociedade civil.

(fonte Correio do Vouga)

 

 

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