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Primeiros formados pelo CEFAM receberam diplomas

Alunos que receberam certificados, com o Bispo de Aveiro e os diretores do CEFAM, o atual, P.e João Alves, à esquerda, e o anterior, P.e Francisco Melo, à direita.

O Centro de Formação D. António Marcelino (CEFAM) entregou no dia 14 de janeiro diplomas e certificados aos primeiros alunos que concluíram ou frequentaram a primeira edição do Curso Básico Teológico e Pastoral, que durou três anos. Pensado principalmente para formar os candidatos ao diaconado permanente, o curso foi feito na totalidade ou em parte por mais duas dezenas de pessoas. Na sessão de entrega dos diplomas e certificados, no Seminário de Aveiro, o P.e João Alves, que é diretor do CEFAM, notou que a formação “não é superior”, mas “tem como objetivo criar competência teológica e pastoral” para os serviços laicais. E adiantou que o CEFAM está a pensar numa “escola de ministérios e serviços laicais”, bem como noutras formações “monográficas e temáticas” e eventualmente em “jornadas pastorais” destinadas a toda a Diocese de Aveiro. Quanto ao curso básico de três anos, não será lecionado nos próximos tempos.

Alunos que receberam o diploma. Na maioria, são candidatos ao diaconado permanente.

D. António Moiteiro congratulou-se com os “primeiros frutos” do CEFAM e evocou Bento XVI e o patrono da escola, D. António Marcelino. Reportando-se o papa recentemente falecido, “pensador e teólogo”, sublinhou a necessidade de “fazer a ponte entre a fé e a razão”. “O que a nossa escola de teologia deve fazer, ao nosso nível, é dar razões para acreditar, para viver a fé cristã”, disse, numa época em que “a ignorância religiosa é muito grande”. Lembrando e a D. António Marcelino, destacou o seu esforço para tornar presente o Vaticano II, nomeadamente na dimensão laical e no reconhecimento do Povo de Deus como Corpo de Cristo. O Bispo de Aveiro agradeceu à anterior e atual direção do CEFAM – estava presente o diretor anterior, P.e Francisco Melo – e realçou que a escola existe para a “formação do Povo de Deus”, até porque a “formação dá sempre frutos, mas não podem ser frutos individuais, têm de ser para servir os outros”.

Notícia em Correio do Vouga, edição de 18 de janeiro de 2023


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